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O cardápio não é um arquivo. É um endereço.
O que o seu estabelecimento passa a ter é o link do
cardápio dele — e um link vai a qualquer lugar: na bio do Instagram, no status do
WhatsApp, na mensagem que o atendente manda para o cliente que acabou de ligar. O cliente
abre de casa, monta o pedido e escolhe entrega ou retirada.
Hoje esse cliente recebe uma foto ou um PDF do cardápio e
responde por texto — 2 x-salada sem cebola e uma coca —, e alguém redigita
aquilo no sistema. É na redigitação que nasce o pedido errado. Com o link, ele mesmo
monta o pedido, e o pedido chega estruturado: item, quantidade e observação, direto na
fila.
Não é mais uma tela para cuidar: o cardápio é o mesmo que você
já cadastrou para o salão, sem segundo cadastro para manter. E nada anda sem você
confirmar — o pedido chega, você aceita ou recusa, e só então ele vira comanda.
Um link, não um PDF
O cardápio ganha um lugar fixo na internet, e você manda o link por onde a conversa com
o seu cliente já acontece.
- Na mensagem do WhatsApp, com um toque para copiar
- Na bio do Instagram e no status do WhatsApp, sem o cliente instalar nada
- Na resposta a quem ligou perguntando o que tem hoje
Ninguém redigita nada
Pedido que chega por mensagem chega como texto, e vira trabalho para alguém. Este chega
montado, do jeito que a cozinha precisa ler.
- Item, quantidade e observação já vêm separados
- Some a digitação do pedido que veio pelo WhatsApp
- Cai na mesma fila do salão e do delivery, sem tela nova para olhar
Nada anda sem você confirmar
O pedido chega e para. Você aceita ou recusa, e só o aceito vira comanda e desce para a
cozinha.
- Cozinha cheia ou item que acabou: você recusa, e ele não entra na fila
- Dá para tirar a página do ar e publicar de novo — o link continua o mesmo, e as
mesas seguem funcionando
- Aceito o pedido, o cliente acompanha o preparo pelo próprio telefone