As entregas saem numeradas, na ordem de quem vai levar
Mapa de entregas, entregador no próprio celular e o pedido do iFood.
Mapa de entregas
As entregas prontas já saem numeradas, na ordem de quem vai levar.
Cada pedido pronto vira um ponto no mapa da sua cidade, a partir do
endereço da sua empresa. Em cima de cada um vai um número, e a ordem sugerida está
pronta antes de alguém pegar a chave da moto: até oito sacolas — o que uma moto
leva numa saída — o sistema testa todas as ordens possíveis e mostra a mais curta;
acima disso ele chega perto, sem fazer você esperar a tela.
E não é só quilometragem: quem pediu primeiro pesa. O pedido
que já está esperando há muito tempo sobe na fila mesmo que o endereço dele seja um pouco
mais longe — é o que evita a entrega esquecida no fim da noite. A régua desse "muito
tempo" é o tempo de entrega que você mesmo prometeu ao cliente, lá na configuração
do delivery.
Prefere outra ordem? Toque nos pedidos na ordem que você
quiser e é a sua que vale. E quando uma parada sai para a rua, as outras
sobem um número sozinhas — nunca sobra um 3 sem 2 na tela.
Vale para os três ramos: o delivery do restaurante e
a venda online da loja — de roupas e calçados ou de comércio geral — que entrega
o pedido na casa do cliente. É o mesmo mapa, a
mesma numeração e a mesma tela do entregador.
A ordem já vem pronta
Você não monta rota nenhuma. Abre o mapa e as entregas prontas já estão numeradas, na
ordem que fecha o caminho mais curto saindo do seu endereço.
Sai da sua loja e passa por todas as paradas no menor caminho
Só entra na numeração o pedido que a cozinha marcou pronto
Quem está esperando há mais tempo sobe na ordem
Toque nos pedidos na ordem que você preferir e a sua ordem passa a valer
Saiu uma parada, as de baixo sobem um número na hora
O mapa é aberto: nada a contratar à parte para usá-lo
Cada entrega com um nome
Quem leva fica escrito no pedido. Ninguém precisa perguntar no salão quem pegou o da
rua de cima.
Vincule o entregador em um pedido, pelo próprio mapa
Ou mande as primeiras paradas da ordem para a mesma pessoa, de uma vez
Quatro situações no mapa: pronto, na rua, entregue e entregue aguardando o caixa
O que foi pago na porta fica marcado até o dinheiro passar pelo caixa
Você vê a moto no mapa
Enquanto a entrega acontece, quem está no balcão vê onde cada entregador está — e
responde ao cliente que ligou perguntando, sem ligar para a moto.
Só quem mandou posição na última meia hora aparece no mapa
Filtre o mapa por entregador, ou veja só o que ainda não tem quem leve
A posição só é enviada se o entregador concordar — e ele pode parar quando quiser
Ponto sem precisão vem com o aviso "posição aproximada", e não fingindo exatidão
O mapa de entregas, em Assis (SP)
A loja no meio, as entregas prontas numeradas de 1 a 4 nas ruas ao redor, e a lista ao
lado com o cliente, o endereço, o entregador e a situação de cada pedido.
A noite no mapa. As entregas prontas já numeradas na ordem
sugerida, a partir do endereço da loja — e a situação de cada uma, do pronto ao
entregue.
O ponto no mapa é a porta, e não o meio da rua: a numeração das
ruas vem da base pública de endereços do IBGE, a mesma do Censo. Você digita o
endereço em campos — CEP, rua, número e bairro —, e o CEP já preenche o resto; quem
procura a rua pelo nome recebe a lista das que existem ali, com o bairro de cada trecho.
Digitado uma vez no cadastro do cliente, o endereço vira o ponto certo — o entregador não
perde a viagem procurando o número.
E uma coisa dita com todas as letras, porque é a diferença entre
organizar e prometer: a distância que aparece no mapa é em linha reta, e a tela
escreve "aprox." ao lado de cada número. Ela é ótima para decidir a ordem das
paradas — a rua de verdade quase nunca inverte duas entregas de lugar —, e não serve para
prometer horário de chegada a ninguém. O caminho pelas ruas é o do aplicativo de mapa do
próprio entregador: em cada entrega ele toca em Abrir no Google Maps ou
Abrir no Waze e sai com o trajeto na tela, já sabendo em que ordem parar.
A tela de quem leva
O entregador sai com as entregas na tela do próprio celular — e sem papel nenhum no bolso do capacete.
Você vincula quem leva cada pedido, e ele abre uma tela só no
navegador do celular dele: Minhas entregas, na ordem em que ele vai parar, e
Disponíveis, o que ainda está esperando alguém levar. Nada para instalar, nada de
loja de aplicativos — é o mesmo +Freela que a sua equipe já usa, na conta dele.
Em cada entrega ele vê o endereço com o ponto de referência, o
telefone do cliente, quanto receber e quanto levar de troco. E tem dois
botões, que são os dois desfechos que existem na rua: Entreguei e Não consegui
entregar. O que ele toca chega ao balcão na hora, sem ligação e sem recado.
Vale para os três ramos, como o mapa: a comida do restaurante e o
que a loja manda na casa da cliente — a peça de roupa ou o produto do comércio geral —
saem na mesma tela.
Só o que é dele, na ordem certa
A tela abre dizendo de onde ele está saindo e lista as entregas dele numeradas, na mesma
ordem que você vê no mapa do balcão.
Abre no navegador do celular — não há aplicativo para instalar
Duas listas: Minhas entregas e Disponíveis, cada uma com a conta
Quem vincula a entrega é o balcão: ninguém toma a sacola de ninguém
Em cada parada, Abrir no Google Maps ou Abrir no Waze com um toque
A lista se atualiza sozinha — e, se a conexão cair, a tela diz de quando é o
que está nela, em vez de fingir que é de agora
“Entreguei”, e o balcão já sabe
Chegou, entregou, tocou. O pedido muda de situação no painel e no mapa do salão sem
ninguém precisar perguntar nada por telefone.
Confirmação em dois toques, para não baixar entrega por esbarrão no bolso
O botão só existe na entrega dele, e só depois de o pedido sair
O dinheiro continua entrando no caixa quando ele volta e alguém registra o
recebimento — quem fecha o caixa é a sua equipe, e isso não mudou
“Não consegui entregar” — com o motivo
Cliente que não desceu, endereço que não existe, cliente que recusou. Acontece toda
semana, e a saída não pode ser o pedido sumir da tela dele.
Três atalhos de motivo — cliente ausente, endereço não encontrado,
cliente recusou — e um campo para escrever o que houve
O motivo é obrigatório: sem ele o aviso não vai
A tela dele diz, escrito, que o pedido não volta para a loja sozinho — ele
fica marcado para o balcão resolver
No painel, a entrega não entregue tem volta: o balcão decide o que fazer com ela
O dinheiro é da loja, e a tela diz isso
O valor grande no cartão é a conta do cliente, e não o pagamento de quem está lendo.
Está escrito na mesma linha, para ninguém confundir na porta.
Receber do cliente, com a forma que ele combinou
Levar o troco, calculado da nota que o cliente avisou que vai dar
Nota que não cobre a conta vem com aviso, antes de ele sair
Pedido já pago ou em cortesia aparece como não cobrar
“Este valor é da loja, não é o seu pagamento. Entregue no balcão quando voltar.”
A localização é escolha dele
Antes da primeira entrega, o aviso inteiro aparece na tela e ele escolhe. Se disser não,
nada muda na tela dele — só a sua não mostra a moto no mapa.
A posição é enviada só com a tela aberta e na frente, naquele aparelho:
bloqueou o celular ou trocou de aplicativo, para na hora
O trajeto é apagado em 2 dias, automaticamente
Parar de enviar e Apagar minha localização na própria tela, sem pedir a
ninguém — e ele continua trabalhando igual
Quem vê é só quem opera o seu endereço: nem o cliente, nem os outros entregadores
Fica registrado qual texto ele leu e em que dia — se o aviso mudar, ele lê e
escolhe de novo
A tela do entregador, no celular dele
As paradas numeradas de Minhas entregas, cada uma com endereço, valor a receber e troco, os
botões Entreguei e Não consegui entregar, e a faixa da localização com o Parar de enviar.
Uma tela, dois botões. As entregas dele numeradas, o quanto
receber em cada uma, e os dois desfechos que existem na rua.
Ela é a mesma tela em qualquer celular: abre no navegador que o
aparelho já tem, funciona em Android e em iPhone e não pede espaço na memória de ninguém —
entregador que começa hoje à noite está trabalhando em um minuto, e quem sai não deixa
aplicativo instalado com dado da sua empresa dentro. O passo a passo das telas do delivery
está na Central de Ajuda, aberta e sem
cadastro.
Integração iFood
O pedido do iFood cai direto no Delivery e na cozinha — sem ninguém redigitar nada.
Em que pé está: a integração foi homologada pelo iFood. Ela é ligada estabelecimento por estabelecimento — pergunte antes de contar
com ela para o seu primeiro dia. O que está descrito abaixo é como ela funciona.
Sem tablet do iFood no balcão e sem copiar pedido de uma tela para a
outra: o pedido entra no Delivery do +Freela e vai para a cozinha como qualquer
outra comanda. O preço e o total são os que o cliente pagou no iFood, e o cartão mostra o
número do pedido do iFood, o mesmo que o entregador e o cliente falam.
Todo tipo de pedido
Entrega, retirada e consumo no local
Pedido agendado entra com a hora marcada
Código de coleta no cartão, para conferir com o entregador
Cancelar usa os motivos do próprio iFood
Várias marcas, um endereço
Unidades integradas — várias marcas na mesma cozinha — ligam cada uma a sua loja do iFood.
Uma aba por marca no Delivery
Uma consulta só ao iFood para todas as marcas do endereço
Pratos ligados pelo código PDV
Cada prato do iFood é ligado ao item do seu cardápio pelo código PDV. A cozinha
recebe o nome que ela conhece, e o estoque baixa o item certo.
Como funciona
Conecte uma vez, receba sempre
1Conecte a lojaNo Delivery, o assistente liga a sua loja do iFood a este endereço.
2Ligue os pratosPreencha no iFood o código PDV de cada prato, igual ao do cardápio.
3RecebaO pedido aparece no Delivery e na cozinha, com o número do iFood.
A 99Food está em preparação, sem data: quando entrar, é do mesmo jeito — pedido direto no Delivery e na cozinha.
Continue conhecendo
🕘
O dia inteiro
Veja o dia na ordem: abrir o caixa, por onde o pedido entra, a cozinha, o pagamento e o fechamento.
Como fechar o caixa, lançar a comanda da mesa, montar o cardápio, publicar o cardápio online e acompanhar o delivery: cada tela do restaurante explicada passo a passo, com o áudio narrado, em português claro. Aberto para todo mundo, sem cadastro.