Me cadastrei. E agora, por onde eu começo?
Pelas peças. No menu, o botão Lojas abre as telas deste ramo, e o Como
começar de lá mostra a ordem: cadastrar a mercadoria, dar entrada no estoque, abrir o
caixa, bipar a primeira venda e fechar o caixa. Cada tela tem a explicação por voz, e a
Central de Ajuda tem o passo a passo de todas elas. O
resumo está em Como começar sozinho, aqui em cima.
Preciso comprar leitor de código de barras ou algum equipamento?
Para começar, não. O sistema abre no navegador do celular ou do computador que você já
tem, e a câmera do celular lê o código de barras — ou você digita o número. O leitor
de mão e a impressora de etiqueta são escolhas suas, para quando a fila pedir. Para emitir
nota fiscal, o que precisa existir é o certificado digital A1 da sua empresa.
Vendo a prazo para cliente antiga. O sistema controla isso?
Controla, pelo crediário: a entrada e as parcelas nascem na
mesma venda, cada cliente tem um limite de crédito, a parcela vencida aparece sozinha e o
carnê sai impresso. A parcela é recebida no caixa, inteira.
A cliente quer trocar a peça. Como fica?
No caixa, a aba Todas as vendas acha a venda pelo período ou pelo nome, e o botão
Trocar transforma a peça devolvida em crédito de troca. A peça nova é uma
venda nova paga com esse crédito: se custar mais, você cobra a diferença; se custar menos,
devolve. Venda que saiu com nota fiscal segue com a nota de devolução.
Tenho loja de calçado. Preciso de outro plano, ou de outro módulo?
Não. É o mesmo conjunto de telas da loja de roupa, e a única diferença é o nome
que você dá ao segundo eixo do catálogo: tamanho na roupa, numeração no
calçado. No cadastro existem três respostas para "o que sua empresa faz?" —
restaurante, Roupas & Calçados ou Comércio geral —, e a segunda serve às duas lojas,
a de roupa e a de calçado. Não procure uma opção só de calçado: ela não existe, e dizer
que existe seria mentir sobre o que você vai encontrar lá.
Como sei se a loja foi aberta e a prateleira conferida do jeito certo?
Pelo checklist da equipe. Você monta a lista uma vez — ou usa um modelo pronto, como
abertura, fechamento e conferência de prateleira —, e ela aparece na tela do vendedor e do
caixa. Cada item marcado fica com o nome de quem fez e a hora, e o histórico mostra o que
ficou para trás em cada dia.
Como o sistema sabe que acabou o M, ou que acabou o 39?
Porque o saldo não é da peça, é da combinação. Você dá nome aos dois eixos — cor
e tamanho na roupa, cor e numeração no calçado —, escreve os valores, e cada combinação
passa a contar o próprio estoque, com o próprio código de barras. Bipado no balcão, o
código acha a linha exata — a cor e o tamanho, ou a cor e a numeração —, sem você
procurar nada à mão. Na loja online, o cliente escolhe os dois e vê o que resta daquela
combinação.
Vende para petshop, farmácia ou material de construção?
Não. O escopo deste ramo foi fechado em roupa e calçado: a loja da vila, a
lojinha de bairro, a de tênis da esquina. Petshop, farmácia, ferragem, material de
construção e autopeças estão fora, e preferimos dizer isso agora a ganhar o seu cadastro
e perder você na primeira semana. O que existe além deste ramo e do restaurante é o
Comércio geral, escrito para a loja de utilidades,
1,99 e variedades, a papelaria, a loja de celular e acessórios e a assistência
técnica.
Quem entrega a peça na casa da cliente também aparece num mapa?
Aparece. É o Mapa de entregas, e ele é o mesmo dos três ramos: os pedidos
prontos da sua venda online saem numerados na ordem sugerida, a partir do endereço da
sua loja, você vincula quem vai levar, e o entregador abre as entregas dele no
navegador do celular — com endereço, valor a cobrar e troco, e os dois botões da rua,
Entreguei e Não consegui entregar. O mapa está descrito
na página de restaurante, e a tela de quem
leva, logo abaixo dele, com a foto de
cada uma.
Se a internet cair, a loja para de vender?
Não. O aparelho que já abriu o +Freela com internet guarda o catálogo e os preços, e o
botão Offline abre o balcão da loja mesmo sem conexão: a venda é registrada, o
cupom sai com “sem valor fiscal — nota a emitir”, e tudo sobe sozinho quando a internet
volta. As notas pendentes são emitidas em lote, num toque. No caixa offline, os celulares da equipe e dos entregadores ficam desconectados: o que você lança ali fica só neste aparelho, e a ficha pode sair direto na impressora. Quando a internet volta, o sistema pede para conferir o que foi impresso (estávamos offline).
E o caixa, o financeiro e a nota fiscal?
Não são deste ramo, são da sua empresa: valem igual para quem tem restaurante. Estão
descritos na página inicial, com o certificado digital
A1 dito com todas as letras.