Várias empresas, um endereço só
Quatro CNPJs, uma cozinha só, e o cliente querendo uma conta só.
Hambúrguer, açaí, pizza e comida japonesa saindo da mesma chapa e
da mesma geladeira, cada marca com a empresa dela, todas no mesmo endereço.
No papel são quatro negócios; no sábado à noite é um só. O cliente senta, pede de três
marcas e quer uma conta; o cozinheiro é um; a gaveta é uma; a moto é uma.
Quem opera assim hoje tem quatro sistemas abertos ao mesmo
tempo, quatro cardápios para o cliente escolher, quatro comandas para somar na mão no
fim e quatro fechamentos que ninguém sabe dizer se batem. E o fisco não abre mão da única
parte que realmente tem de ficar separada: cada CNPJ emite a própria nota.
Você marca, numa tela, quais endereços operam juntos — e
diz qual deles responde pelo conjunto: é dele a gaveta, a taxa de entrega e a tarifa
do pedido, porque a moto é uma e o pedido é um, mesmo quando os itens saíram de três marcas.
Não é holding, não é "grupo", e não é a matriz por padrão: é a sua escolha, e quem ficar de
fora continua operando por si.
Se você já ouviu chamarem isso de cozinha compartilhada,
dark kitchen multimarca, cozinha fantasma, food hall ou praça de
alimentação, é disto que estamos falando. No +Freela o arranjo tem nome — as
unidades integradas do endereço —, e o que ele faz é simples de dizer: junta
tudo o que o cliente vê e separa tudo o que a contabilidade precisa.
Um cardápio, todas as marcas
O cliente abre um link só e vê o hambúrguer, o açaí, a pizza e o temaki na mesma
página. Ele monta um pedido e não percebe que veio de três empresas.
- Um endereço na internet para o conjunto, e não um por marca
- Cada item continua cadastrado na empresa dona dele, como sempre esteve
- Você escolhe no painel quais unidades entram no cardápio do endereço
- Marca que sai do conjunto volta a vender sozinha, sem recadastrar item nenhum
O pedido se reparte sozinho
Um pedido do cliente, três pedidos no sistema. A divisão por empresa acontece no
instante em que ele envia, e ninguém do salão precisa saber que ela existe.
- Cada item vai para o CNPJ dono dele, item por item
- O faturamento de cada empresa fica dela, sem rateio feito à mão depois
- Nada de somar quatro relatórios no domingo para saber quem vendeu quanto
A fila da cozinha é do endereço
O painel pendurado na praça mostra o que tem para fazer naquela cozinha. O
cozinheiro não sabe de qual marca é o prato, e ele não precisa saber.
- Uma fila só, com as duas visões de sempre: por pedido e por item
- A chapa continua fritando seis hambúrgueres de seis mesas juntos, venham de onde vierem
- Os setores que você já definiu no cardápio — cozinha, bar, entrega direta — seguem valendo
- Ninguém troca de tela para ver o pedido da outra marca
Uma conta para o cliente
A mesa que comeu de três marcas pede a conta uma vez, recebe um total e paga uma vez.
A divisão por empresa acontece atrás, depois que o dinheiro entrou.
- Um fechamento por mesa, com todos os itens do endereço
- Divisão da conta entre os clientes da mesa, como no salão de sempre
- O cliente informa o CPF uma vez só
- Quem pediu o quê continua escrito em cada item
Uma gaveta, uma contagem
No fim da noite alguém conta o dinheiro uma vez, porque a gaveta é uma — e o
fechamento sai por empresa, porque cada uma responde pelo dinheiro dela. Você
conta uma vez; o sistema reparte.
- Uma gaveta e uma contagem para o endereço: abrir e fechar o caixa do conjunto
- Um fechamento por CNPJ, saindo dessa contagem única
- Dinheiro, pix e cartão separados, como em qualquer fechamento
- A gaveta bate, ou o sistema diz de quanto foi a diferença
- No Financeiro, cada empresa recebe as linhas que são dela
Uma entrega, uma taxa
O pedido que junta pizza e açaí sai numa moto só, para uma porta só. Cobrar duas
entregas do mesmo cliente, pela mesma viagem, nunca fez sentido para ele.
- Uma tarifa de entrega por pedido, e não uma por empresa
- Um entregador vinculado, com um endereço e um valor a cobrar na tela dele
- O pedido do endereço inteiro entra uma vez só na ordem do mapa de entregas
A despensa é de cada marca
A operação junta; a mercadoria não. Cada empresa tem o estoque dela, e a baixa da venda
sai da despensa de quem vendeu — nunca da do vizinho de chapa.
- Produto e saldo são da unidade, um por CNPJ
- No painel do estoque você vê as marcas do endereço juntas, com uma
etiqueta dizendo de qual unidade é cada linha
- A mesma etiqueta aparece no cardápio, para ninguém editar o item da marca errada
- Na trilha de movimentações, cada entrada e saída fica com a unidade escrita
Três coisas que é melhor você saber antes, e que a tela não deixa passar:
integrar é de restaurante, lanchonete e delivery — endereço que opera como loja
de roupa e calçado não entra no conjunto, e a tela diz isso na hora de marcar; os CNPJs do
conjunto precisam estar no mesmo regime tributário, senão o mesmo prato sairia com
classificação fiscal diferente em cada nota; e quais endereços operam juntos se muda com a
operação parada — sem caixa aberto, sem comanda aberta e sem entrega na rua. Desfazer também é
permitido, a qualquer momento: cada endereço volta a ter a própria gaveta, a própria conta e a
própria entrega, e nada é apagado — pedidos, vendas e histórico continuam onde
estão.
E a parte que a lei não deixa juntar continua separada, sem atalho:
cada empresa emite a própria nota fiscal, com o CNPJ dela e o certificado digital A1
dela, sobre os itens que foram dela naquele pedido. O cliente pagou uma vez; a nota sai
certa para cada CNPJ. Os endereços da sua empresa se cadastram em Unidades, e é lá
mesmo, no botão Unidades integradas, que você marca quais deles operam juntos — a
linha de cada endereço passa a mostrar o selo de integrada, e a do escolhido, de
anfitriã. O passo a passo de cada tela está na
Central de Ajuda.