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Restaurante

Estoque e ficha técnica

Vendeu um X-bacon, saiu o pão, a carne, o queijo e o bacon

Estoque com ficha técnica e várias empresas no mesmo endereço.

Estoque com ficha técnica

Vendeu um X-bacon, saiu o pão, a carne, o queijo e o bacon. Sozinho.

Cada item do cardápio escolhe como mexe no estoque. No Simples, ele conta a si mesmo: a lata, a garrafa, a água. No Estoque avançado, ele tem ficha técnica: você diz quanto de cada insumo vai no prato, e cada venda baixa a receita inteira — na hora em que o item é entregue, sem ninguém dar baixa à mão.

E a mesma ficha responde a pergunta que todo dono faz e quase ninguém consegue responder: quanto custa o meu prato, e quanto sobra dele. O custo vem das compras que entraram; a margem, do preço que está no cardápio.

Ficha técnica em tabela, com custo e margem

No item do cardápio, a ficha é uma tabela: uma linha por insumo, com a quantidade de uma unidade do prato e o custo dela. No rodapé, o custo do prato, o CMV, a margem sobre o preço de venda e um preço sugerido pelo CMV que você quer.

  • Quantidade em g, kg, mL, L ou unidade, convertida sozinha
  • Uma receita por tamanho (broto, média, grande)
  • Adicional com ficha própria: o bacon extra também baixa
  • Vários sabores: na pizza meio a meio, cada metade baixa metade

Insumo do jeito que chega

O fornecedor entrega fardo de 25 kg; a cozinha usa grama. O insumo guarda as duas unidades e faz a conta por você.

  • Contado em uma unidade, comprado em outra, com o fator
  • Custo médio atualizado a cada entrada com preço
  • A página do produto pergunta em cinco passos — como conta, quanto tem, como compra, quanto custa, quando avisar — e mostra um resumo antes de salvar

Receitas: o que a cozinha prepara antes

Molho, massa, maionese temperada: o botão Receitas, na barra do Estoque, guarda os ingredientes e quanto cada receita rende. Por exemplo: 100 g de maionese e 4 salsinhas rendem 1 L de molho especial.

  • Produzir baixa os ingredientes e dá entrada no preparado, com custo por litro
  • O preparado entra na ficha do prato como qualquer insumo: o X-Especial leva 30 ml
  • Vendeu o prato, sai o molho — e o custo dele já está no CMV

Aviso antes de faltar — sem travar a venda

Insumos acabando mostra o que passou do mínimo e em quais pratos ele é usado. É aviso, não bloqueio: quem decide tirar o prato da venda é você.

  • Perda com motivo: venceu, queimou, caiu — e o custo dela
  • Inventário em lote: conte a prateleira, o sistema grava só as diferenças
  • Cada mudança fica no histórico, com antes, depois e origem

A compra entra com o custo

Chegou mercadoria? Lance a entrada no Estoque, na unidade em que você compra — a caixa, o fardo, o saco — e com o preço pago. O saldo sobe já convertido para a unidade em que a cozinha conta.

  • O custo médio do insumo se atualiza a cada entrada com preço
  • Cada entrada fica no histórico de movimentações, com data e quem lançou

Transferência entre unidades

Tem mais de uma unidade? Mande insumo de uma para a outra: sai do estoque de quem envia e entra no de quem recebe, registrado nos dois lados.

Relatórios que fecham a conta

Escolha o período e leia, sem planilha:

  • Consumo de cada insumo
  • Perdas, com o custo
  • CMV — o custo da mercadoria vendida
  • Lista de compras do que está abaixo do mínimo
  • Estoque valorizado: quanto dinheiro está parado na prateleira

Como funciona

Três passos, e a baixa passa a ser do sistema

Comece pelos pratos que mais vendem. O que não tem receita — a lata, a água — continua no Simples, e os dois modos convivem no mesmo cardápio.

  1. 1Cadastre os insumosNo Estoque: pão, carne, queijo, com a unidade em que cada um é contado.
  2. 2Monte a ficha do pratoNo item do cardápio, escolha Estoque avançado e diga quanto vai de cada insumo.
  3. 3Venda normalmenteCada entrega baixa a receita; a entrada da compra repõe, com o custo.
  4. +Molho feito na cozinha? ReceitasCadastre a receita do preparado, toque em Produzir e ponha o preparado na ficha do prato.

O estoque avançado é do restaurante. Na loja, o estoque continua por variação — cor e tamanho —, como na página de Roupas & Calçados.

Várias empresas, um endereço só

Quatro CNPJs, uma cozinha só, e o cliente querendo uma conta só.

Hambúrguer, açaí, pizza e comida japonesa saindo da mesma chapa e da mesma geladeira, cada marca com a empresa dela, todas no mesmo endereço. No papel são quatro negócios; no sábado à noite é um só. O cliente senta, pede de três marcas e quer uma conta; o cozinheiro é um; a gaveta é uma; a moto é uma.

Quem opera assim hoje tem quatro sistemas abertos ao mesmo tempo, quatro cardápios para o cliente escolher, quatro comandas para somar na mão no fim e quatro fechamentos que ninguém sabe dizer se batem. E o fisco não abre mão da única parte que realmente tem de ficar separada: cada CNPJ emite a própria nota.

Você marca, numa tela, quais endereços operam juntos — e diz qual deles responde pelo conjunto: é dele a gaveta, a taxa de entrega e a tarifa do pedido, porque a moto é uma e o pedido é um, mesmo quando os itens saíram de três marcas. Não é holding, não é "grupo", e não é a matriz por padrão: é a sua escolha, e quem ficar de fora continua operando por si.

Se você já ouviu chamarem isso de cozinha compartilhada, dark kitchen multimarca, cozinha fantasma, food hall ou praça de alimentação, é disto que estamos falando. No +Freela o arranjo tem nome — as unidades integradas do endereço —, e o que ele faz é simples de dizer: junta tudo o que o cliente vê e separa tudo o que a contabilidade precisa.

Um cardápio, todas as marcas

O cliente abre um link só e vê o hambúrguer, o açaí, a pizza e o temaki na mesma página. Ele monta um pedido e não percebe que veio de três empresas.

  • Um endereço na internet para o conjunto, e não um por marca
  • Cada item continua cadastrado na empresa dona dele, como sempre esteve
  • Você escolhe no painel quais unidades entram no cardápio do endereço
  • Marca que sai do conjunto volta a vender sozinha, sem recadastrar item nenhum

O pedido se reparte sozinho

Um pedido do cliente, três pedidos no sistema. A divisão por empresa acontece no instante em que ele envia, e ninguém do salão precisa saber que ela existe.

  • Cada item vai para o CNPJ dono dele, item por item
  • O faturamento de cada empresa fica dela, sem rateio feito à mão depois
  • Nada de somar quatro relatórios no domingo para saber quem vendeu quanto

A fila da cozinha é do endereço

O painel pendurado na praça mostra o que tem para fazer naquela cozinha. O cozinheiro não sabe de qual marca é o prato, e ele não precisa saber.

  • Uma fila só, com as duas visões de sempre: por pedido e por item
  • A chapa continua fritando seis hambúrgueres de seis mesas juntos, venham de onde vierem
  • Os setores que você já definiu no cardápio — cozinha, bar, entrega direta — seguem valendo
  • Ninguém troca de tela para ver o pedido da outra marca

Uma conta para o cliente

A mesa que comeu de três marcas pede a conta uma vez, recebe um total e paga uma vez. A divisão por empresa acontece atrás, depois que o dinheiro entrou.

  • Um fechamento por mesa, com todos os itens do endereço
  • Divisão da conta entre os clientes da mesa, como no salão de sempre
  • O cliente informa o CPF uma vez só
  • Quem pediu o quê continua escrito em cada item

Uma gaveta, uma contagem

No fim da noite alguém conta o dinheiro uma vez, porque a gaveta é uma — e o fechamento sai por empresa, porque cada uma responde pelo dinheiro dela. Você conta uma vez; o sistema reparte.

  • Uma gaveta e uma contagem para o endereço: abrir e fechar o caixa do conjunto
  • Um fechamento por CNPJ, saindo dessa contagem única
  • Dinheiro, pix e cartão separados, como em qualquer fechamento
  • A gaveta bate, ou o sistema diz de quanto foi a diferença
  • No Financeiro, cada empresa recebe as linhas que são dela

Uma entrega, uma taxa

O pedido que junta pizza e açaí sai numa moto só, para uma porta só. Cobrar duas entregas do mesmo cliente, pela mesma viagem, nunca fez sentido para ele.

  • Uma tarifa de entrega por pedido, e não uma por empresa
  • Um entregador vinculado, com um endereço e um valor a cobrar na tela dele
  • O pedido do endereço inteiro entra uma vez só na ordem do mapa de entregas

A despensa é de cada marca

A operação junta; a mercadoria não. Cada empresa tem o estoque dela, e a baixa da venda sai da despensa de quem vendeu — nunca da do vizinho de chapa.

  • Produto e saldo são da unidade, um por CNPJ
  • No painel do estoque você vê as marcas do endereço juntas, com uma etiqueta dizendo de qual unidade é cada linha
  • A mesma etiqueta aparece no cardápio, para ninguém editar o item da marca errada
  • Na trilha de movimentações, cada entrada e saída fica com a unidade escrita

Três coisas que é melhor você saber antes, e que a tela não deixa passar: integrar é de restaurante, lanchonete e delivery — endereço que opera como loja de roupa e calçado não entra no conjunto, e a tela diz isso na hora de marcar; os CNPJs do conjunto precisam estar no mesmo regime tributário, senão o mesmo prato sairia com classificação fiscal diferente em cada nota; e quais endereços operam juntos se muda com a operação parada — sem caixa aberto, sem comanda aberta e sem entrega na rua. Desfazer também é permitido, a qualquer momento: cada endereço volta a ter a própria gaveta, a própria conta e a própria entrega, e nada é apagado — pedidos, vendas e histórico continuam onde estão.

E a parte que a lei não deixa juntar continua separada, sem atalho: cada empresa emite a própria nota fiscal, com o CNPJ dela e o certificado digital A1 dela, sobre os itens que foram dela naquele pedido. O cliente pagou uma vez; a nota sai certa para cada CNPJ. Os endereços da sua empresa se cadastram em Unidades, e é lá mesmo, no botão Unidades integradas, que você marca quais deles operam juntos — a linha de cada endereço passa a mostrar o selo de integrada, e a do escolhido, de anfitriã. O passo a passo de cada tela está na Central de Ajuda.

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O próximo sábado pode terminar com a gaveta batendo.

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