Como usar a tela de Configuração de NF da sorveteria
Esta tela responde a uma pergunta só: quem é a sua sorveteria para a Receita na hora de emitir uma nota. Esta faixa no topo diz se ainda falta alguma…
Cada passo tem o áudio narrado que você também ouve dentro do aplicativo. Toque no play do passo para reouvir só aquele trecho.
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Esta tela responde a uma pergunta só: quem é a sua sorveteria para a Receita na hora de emitir uma nota. Esta faixa no topo diz se ainda falta alguma coisa, e separa em duas listas, porque os caminhos são diferentes: o que está no cadastro da sua empresa você resolve aqui mesmo, nos campos abaixo; o que está na emissora fiscal você resolve lá, pelo link do fim da página. Enquanto sobrar item em qualquer uma das duas, o botão de gerar nota fiscal não aparece na venda.
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Aqui vai o nome da empresa como ele está na Receita: a razão social, e não o nome da placa. Se a sua empresa é isenta de inscrição estadual, marque a caixa; se não é, digite só os dígitos. E preste atenção no regime tributário, porque é o campo desta tela que custa mais caro se estiver errado: é ele que decide como cada item da nota é classificado, e isso sai impresso no documento. Se você tem contador, confirme com ele antes de salvar.
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O município é escolhido de uma lista, e nunca digitado. São sete dígitos que não significam nada para quem lê, e um dígito trocado não dá erro nenhum: ele vira outra cidade de verdade, às vezes em outro estado. A nota sairia declarando ter saído de um lugar onde a sua sorveteria não fica. Digite o nome da cidade e toque na opção certa.
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O ambiente. São três, e só o de produção emite documento com valor fiscal: os outros dois servem para você experimentar sem gerar nada. Comece por um deles, e mude para produção quando a contabilidade confirmar que está tudo certo. Trocar de ambiente não é um detalhe de tela: a numeração de cada um é separada, por exigência do fisco.
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Modelo, série e número. A série é sua e é por unidade: ela entra na chave da nota, e duas unidades na mesma série produziriam chaves repetidas, que a SEFAZ trata como duplicidade. Já o número quem conta é a emissora. O que este bloco pergunta é outra coisa, e é a mais importante desta tela: até que número a sua empresa já foi nessa série. Se você já emitiu nota por outro programa, aquelas notas não estão em nenhum sistema nosso, e começar do um por cima delas repetiria documentos que a SEFAZ já autorizou. Nota repetida não se conserta: se cancela. Se você não souber de cabeça, toque em tentar descobrir: a gente procura em tudo que alcança e mostra de onde tirou cada número. Se não achar nada, a gente diz que não achou.
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Este código liga a sua unidade à unidade correspondente lá na emissora fiscal. Ele é digitado uma vez e depois só lido. Quando você salvar, a gente confere se ele existe e se é mesmo seu, antes de aceitar. Descobrir a unidade sozinhos, pelo nome ou pelo CNPJ, seria um chute, e um chute errado emitiria a nota de uma empresa no CNPJ de outra.
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E uma coisa que não se configura aqui: o certificado digital e o código de segurança do contribuinte. Os dois ficam guardados na emissora fiscal, que é quem assina o documento, e o certificado sobe do seu computador direto para lá. Se a faixa do topo apontar pendência daquele lado, é este botão que leva você até lá. Lembre também do cadastro de cada item do cardápio: é no bloco O que sai na nota fiscal que você informa os dados do sorvete, do picolé e da bebida.
Este passo a passo é o mesmo que o +Freela narra dentro do aplicativo, na própria tela, acendendo o botão de que está falando.
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